ACDEM- Associação da casa dos deficientes de Ermelino Matarazzo
A ACDEM é uma instituição filantrópica, com mais de 20 anos de existência. Atende dando assistência a pessoas com deficiências, sendo deficiência mental associada ou não a física (Paralisia Cerebral, Síndrome de Down, Síndromes Raras, entre outros), entre eles, crianças, jovens e adultos, de faixa etária variável.
Com finalidade de desenvolver competências, potencialidades e habilidades para o exercício da cidadania.
Pontos positivos:
A entidade busca desenvolver atividades assistenciais e sócio-educativas, proporcionando a melhoria da qualidade de vida e inclusão social, favorecendo a autonomia, respeitando as limitações e potencias de cada um.
Oferece atendimento especializado, nas áreas de psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, hidroterapia, e terapia ocupacional, desenvolvendo atividades desde orientação familiar, saúde, reabilitação, desenvolvimento cognitivo de linguagem, neuro-motor, até a promoção de capacidades e autonomia para uma melhor vida diária, socialização, integração e auto-estima.
A entidade também desenvolve projetos, para melhor cumprimento dos seus objetivos. Abaixo alguns projetos descritos:
Esporte Social: Parceria com o SESI A.E. Carvalho, oferece um atendimento para 200 (duzentas) pessoas com necessidades especiais, proporcionando melhoria na qualidade de vida e auto-estima, promovendo competições e socialização através de atividades esportivas e recreativas.
Horta: Localizado na Avenida Abel Tavares, 1564, região de Ermelino Matarazzo, proporciona atividades lúdico-educativas em ambiente natural através de ações específicas para o desenvolvimento da relação dos deficientes com a natureza.
Telecentro adaptado: Em parceria com a Secretaria de Participação e Parceria, localizado na Avenida Abel Tavares, 1564, região de Ermelino Matarazzo, oferece a 800 (oitocentas) pessoas com necessidades especiais e adolescentes/jovens da região, a utilizarem os inúmeros recursos do computador, proporcionando oportunidades de conhecimentos tecnológicos.
Geração de Renda e Trabalho: Em parceria com o Instituto de Tecnologia Social – ITS, oferece um projeto para implantação de oficinas de trabalho e renda, gerando recursos financeiros e ocupação terapêutica.
Quadro de funcionários
Para desenvolvermos as atividades do dia a dia, a ACDEM conta com:
• Equipe técnica,
• Auxiliares de Educação,
• Cozinheiras,
• Recepcionista,
• Assistente Administrativa,
• Auxiliar de Serviços Gerais,
• Motorista,
• Serviços Contábeis,
• Voluntários,
• Diretoria executiva composta por 50% de pais,
• Conselho Gestor
Uma equipe grande e unida para melhor atender as necessidades da entidade.
Pontos negativos/ Dificuldades:
A entidade esta crescendo, porém o espaço físico está ficando pequeno diante do número de pessoas que já são atendidas (cerca de quinhentos e sessenta e cinco pessoas) e o grande número de pessoas que ainda procuram atendimento. Isso se tornou um problema visto que a demanda de pessoas é superior às condições físicas da entidade.
Com isso a busca da entidade atualmente é a compra de um imóvel para a construção e instalação de uma clínica e a ampliação da capacidade de atendimento.
Na realização de seu trabalho a ACDEM conta com parcerias como Secretaria Municipal da Educação, Secretaria Municipal da Saúde, Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Secretaria Municipal de Participação e Parceria, Secretaria Estadual de Educação, Secretaria Estadual de Esporte e Turismo, Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Parceria com a Fundação Azevedo Tide Setubal e com o Instituto de Tecnologia Social.
No entanto sobrevive principalmente de apoio e doações de pessoas físicas e jurídicas, doações de qualquer valor, inclusive também doações de roupas, calçados, cobertores, brinquedos, material escolar, material de higiene, livros, revistas, etc.
Considerações Finais:
Através da visita a ACDEM foi possível observar o quanto é importante o trabalho desenvolvido pela instituição, suas atividades e projetos que buscam o bem dos que mais necessitam, visando a sua inclusão, integração, autonomia e socialização através de práticas educativas, com o auxílio de diversos profissionais desenvolvendo atividades para proporcionar aos atendidos uma melhor qualidade de vida.
Cabe aqui citar o inicio da história dessa instituição que começou apenas como um grupo de mães voluntárias e apoio e incentivo de um Padre (Antonio Luiz Marchioni). Um pequeno começo, mas um grande passo. Com isso percebi, que o que importa é à força de vontade, a vontade de ajudar de fazer a diferença, ainda que seja com pouco, um pouco que aos poucos vai crescendo e se transformando numa corrente do bem. Como essa entidade que hoje em dia necessita de um lugar maior para ampliar seus atendimentos que já passam de 560 pessoas.
No entanto para que tudo continue dando certo nessa e em outras instituições, é preciso contar com a solidariedade humana e amor ao próximo na busca e construção de um mundo melhor, onde haja igualdade e cidadania para todos.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Entrevista com a coordenadora Rosilda Saraiva de Lussema Rossi
Projeto
Pastoral do Menor
Quando e como começou o projeto?
O projeto começou em 1996 na paróquia São José com Padre Conrado Corné.
No começo era servido o almoço, os encontros aconteciam uma vez por semana, as crianças não faziam nenhum tipo de atividade por falta de recursos, participavam com o interesse na alimentação.
Vendo a necessidade de uma coordenadora para o crescimento do projeto o padre Conrado convidou Rosilda Saraiva sua amiga de confiança e participante da Paróquia de muitos anos para assumir este cargo na pastoral.
Quais exigências para assumir o cargo?
O convite foi aceito, porém Rosilda impôs algumas condições que fossem realizadas algumas atividades como:
• Reforço escolar;
• Artesanato, bordado em panos de prato, toalhas, tapetes;
• Atividades recreativas;
• Mais encontros semanais.
Para realizar esses objetivos foram buscar orientações com o padre Josep, coordenador do Projeto Sedeca Infantil realizado em outra Paróquia, sendo ele fator importante para concretização dos objetivos fortalecendo parcerias na Pastoral do Menor.
Doações recebidas?
A partir da parceria começaram a lutar por doações como:
• Alimentos variados para almoço e janta;
• Material escolar;
• Material para artesanato;
• Brinquedos
• Livros
• Objetos de uso diário (cadeiras, mesas, panelas, fogão, geladeira, armário, etc;)
• Roupas.
Principais doadores?
• O Grupo Pão de Açúcar foi um dos grandes doadores, que infelizmente hoje não faz mais doações;
• A construção do salão principal foi doada por um grupo de pessoas turistas da Alemanha que nos visitou e se comoveu com a carência da Pastoral;
• Um dos maiores doadores atualmente é um grupo de italianos que deposita uma quantia mensalmente na conta da Paróquia São José para manter a Pastoral e outros projetos que a igreja possui;
• Canab programa do governo que paga para o Movimento Sem Terra doar as verduras plantadas em suas terra, em troca o governo os apóia com outros projetos;
• Os legumes são doados semanalmente por quitandas e mercados do bairro.
• Recentemente ganharam uma Infoteca informatizada através de um e-mail que a coordenadora Rosilda enviou para o SBT uma emissora de televisão.
Não temos parceria com a prefeitura e nem um outro tipo de ajuda que venha do governo, não temos supermercados fixos para nos doar alimentos, material para artesanato ou escolar. Quando falta alimento saio de porta em porta pedindo doações para dar continuidade a um sonho.
Faço eventos como bingo, bazar, vendo os trabalhos feitos no artesanato e monto barraca na quermesse faço tudo que tiver no meu alcance para dar a essas crianças alimentação, educação, carinho, atenção, conforto e o brincar, é o que tentamos fazer por eles diariamente.
Quantidade de crianças?
A Pastoral começou com 34 crianças que participavam somente para comer sopa no almoço, e hoje presta assistência a 140 crianças de segunda a sexta-feira servindo almoço e janta.
Voluntários
Atualmente são 35 voluntários para se doar fazendo cada dia o melhor de si, acolhendo as crianças que vem aqui estudar, ser educado, alimentar-se, se informatizar nos computadores doados pelo o SBT, brincar ter seu espaço respeitado como criança. Alguns voluntários se revezam vindo apenas uma vez na semana, cada um faz o que é possível para si, temos voluntários para limpar, cozinhar e pedagogos para alfabetizar e informatizar e professores de artesanato.
Toda último dia do mês comemoramos os aniversariantes do mês com bolo, refrigerante e bexigas, para alguns esse é o único parabéns que recebe.
Levamos as crianças e voluntários para passeios como Sesc Itaquera, Instituto Bradesco, Teatro Gazeta e ao Centro Cultural Banco do Brasil, em datas comemorativas como Dia das Crianças, Natal, Páscoa, Festa Junina são realizados festas e presenteadas com roupas, brinquedos e doces tudo através das doações.
Conclusão
Tenho a oportunidade de conhecer o trabalho realizado pela Pastoral do Menor, posso afirmar que são pessoas com credibilidade que fazem o melhor de si para dar continuidade a esse projeto, tudo que é feito é pensado e executado com carinho para atender crianças carentes do bairro. O espaço cedido pela Paróquia se divide em biblioteca, cozinha, refeitório, infoteca, salão de recreação, sala para artesanato e banheiros. Todo material e móveis existentes no local foram doados.
Na festa de Natal as crianças ganham roupas, brinquedos, sapatos, doces as crianças de famílias necessitadas ganham cesta natalina com alimentos para fazer a refeição de natal, a coordenadora convida moradores do bairro para ser padrinho de alguma criança. A festa de Natal e o passeio ao Sesc são as datas mais esperadas pelas crianças e o que mais encanta nestes dias são os sorrisos e os olhos encantadores no rosto de cada um.
Pastoral do Menor
Entrevista com a coordenadora
Rosilda Saraiva de Lussema Rossi
Pastoral do Menor
Quando e como começou o projeto?
O projeto começou em 1996 na paróquia São José com Padre Conrado Corné.
No começo era servido o almoço, os encontros aconteciam uma vez por semana, as crianças não faziam nenhum tipo de atividade por falta de recursos, participavam com o interesse na alimentação.
Vendo a necessidade de uma coordenadora para o crescimento do projeto o padre Conrado convidou Rosilda Saraiva sua amiga de confiança e participante da Paróquia de muitos anos para assumir este cargo na pastoral.
Quais exigências para assumir o cargo?
O convite foi aceito, porém Rosilda impôs algumas condições que fossem realizadas algumas atividades como:
• Reforço escolar;
• Artesanato, bordado em panos de prato, toalhas, tapetes;
• Atividades recreativas;
• Mais encontros semanais.
Para realizar esses objetivos foram buscar orientações com o padre Josep, coordenador do Projeto Sedeca Infantil realizado em outra Paróquia, sendo ele fator importante para concretização dos objetivos fortalecendo parcerias na Pastoral do Menor.
Doações recebidas?
A partir da parceria começaram a lutar por doações como:
• Alimentos variados para almoço e janta;
• Material escolar;
• Material para artesanato;
• Brinquedos
• Livros
• Objetos de uso diário (cadeiras, mesas, panelas, fogão, geladeira, armário, etc;)
• Roupas.
Principais doadores?
• O Grupo Pão de Açúcar foi um dos grandes doadores, que infelizmente hoje não faz mais doações;
• A construção do salão principal foi doada por um grupo de pessoas turistas da Alemanha que nos visitou e se comoveu com a carência da Pastoral;
• Um dos maiores doadores atualmente é um grupo de italianos que deposita uma quantia mensalmente na conta da Paróquia São José para manter a Pastoral e outros projetos que a igreja possui;
• Canab programa do governo que paga para o Movimento Sem Terra doar as verduras plantadas em suas terra, em troca o governo os apóia com outros projetos;
• Os legumes são doados semanalmente por quitandas e mercados do bairro.
• Recentemente ganharam uma Infoteca informatizada através de um e-mail que a coordenadora Rosilda enviou para o SBT uma emissora de televisão.
Não temos parceria com a prefeitura e nem um outro tipo de ajuda que venha do governo, não temos supermercados fixos para nos doar alimentos, material para artesanato ou escolar. Quando falta alimento saio de porta em porta pedindo doações para dar continuidade a um sonho.
Faço eventos como bingo, bazar, vendo os trabalhos feitos no artesanato e monto barraca na quermesse faço tudo que tiver no meu alcance para dar a essas crianças alimentação, educação, carinho, atenção, conforto e o brincar, é o que tentamos fazer por eles diariamente.
Quantidade de crianças?
A Pastoral começou com 34 crianças que participavam somente para comer sopa no almoço, e hoje presta assistência a 140 crianças de segunda a sexta-feira servindo almoço e janta.
Voluntários
Atualmente são 35 voluntários para se doar fazendo cada dia o melhor de si, acolhendo as crianças que vem aqui estudar, ser educado, alimentar-se, se informatizar nos computadores doados pelo o SBT, brincar ter seu espaço respeitado como criança. Alguns voluntários se revezam vindo apenas uma vez na semana, cada um faz o que é possível para si, temos voluntários para limpar, cozinhar e pedagogos para alfabetizar e informatizar e professores de artesanato.
Toda último dia do mês comemoramos os aniversariantes do mês com bolo, refrigerante e bexigas, para alguns esse é o único parabéns que recebe.
Levamos as crianças e voluntários para passeios como Sesc Itaquera, Instituto Bradesco, Teatro Gazeta e ao Centro Cultural Banco do Brasil, em datas comemorativas como Dia das Crianças, Natal, Páscoa, Festa Junina são realizados festas e presenteadas com roupas, brinquedos e doces tudo através das doações.
Conclusão
Tenho a oportunidade de conhecer o trabalho realizado pela Pastoral do Menor, posso afirmar que são pessoas com credibilidade que fazem o melhor de si para dar continuidade a esse projeto, tudo que é feito é pensado e executado com carinho para atender crianças carentes do bairro. O espaço cedido pela Paróquia se divide em biblioteca, cozinha, refeitório, infoteca, salão de recreação, sala para artesanato e banheiros. Todo material e móveis existentes no local foram doados.
Na festa de Natal as crianças ganham roupas, brinquedos, sapatos, doces as crianças de famílias necessitadas ganham cesta natalina com alimentos para fazer a refeição de natal, a coordenadora convida moradores do bairro para ser padrinho de alguma criança. A festa de Natal e o passeio ao Sesc são as datas mais esperadas pelas crianças e o que mais encanta nestes dias são os sorrisos e os olhos encantadores no rosto de cada um.
Pastoral do Menor
Entrevista com a coordenadora
Rosilda Saraiva de Lussema Rossi
Uma lenda para refletirmos !!!
Trabalhemos !!!
Diz a lenda, que um monge e seus discípulos caminhavam por uma estrada, quando passavam por uma ponte e viram um escorpião sendo arrastado pelas águas. Imediatamente, o monge correu pela margem do rio, entrou na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o escorpião o picou.
Devido a dor, ele deixou-o cair novamente no rio. O monge pegou então um ramo de árvore, adiantou-se outra vez, e entrou no rio, colhendo o escorpião e salvando-o.
Satisfeito, o monge voltou à ponte e juntou-se a seus discípulos. Eles, que haviam assistido à cena, o receberam perplexos e penalizados. Um deles, então falou:
- Mestre, deve estar doendo muito! Mas porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos. Veja como ele retribuiu à sua ajuda. Picou a mão que o salvava. Não merecia a sua compaixão!
O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu sereno:
- “Ele agiu conforme a sua natureza e eu de acordo com a minha”.
Esta pequena parábola nos faz refletir sobre a melhor forma de compreendermos e aceitarmos as pessoas. Não podemos, e nem temos o direito, de mudar o próximo, transformando-o em nossa cópia. Porém, podemos melhorar nossas próprias ações e reações perante nossos semelhantes, com muito amor e respeito, e certamente, esse é o maior investimento que deixaremos para as gerações vindouras.
Hoje, temos a certeza de que “nosso sonho”, de um mundo melhor, mais justo e fraterno, jamais terá fim, pois, quando um sonho torna-se coletivo, não temos o direito de abandoná-lo, e como sonhadores, ousamos imaginar um mundo onde as pessoas não ajam de maneira passional ao verem seus semelhantes abandonados, enclausurados e infelizes, dentre tantas outras injustiças e crueldades. Sonhamos com um mundo, onde todas as pessoas sejam julgadas pelo conteúdo de seu caráter, e não pela cor de sua pele, etnia, classe social ou credo.
É dever de todos nós, colaborarmos para que todos tenham a oportunidade de serem felizes. Esse é o principal propósito dessa organização e nos alimentaremos dos sorrisos de todos aqueles que comprovarão seu sucesso, em cada pequena batalha vencida, pois, se há algo que construímos de bom nesta vida é o bem que fazemos ao próximo, principalmente, aos menos favorecidos, abandonados e infelizes.
Devido a dor, ele deixou-o cair novamente no rio. O monge pegou então um ramo de árvore, adiantou-se outra vez, e entrou no rio, colhendo o escorpião e salvando-o.
Satisfeito, o monge voltou à ponte e juntou-se a seus discípulos. Eles, que haviam assistido à cena, o receberam perplexos e penalizados. Um deles, então falou:
- Mestre, deve estar doendo muito! Mas porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos. Veja como ele retribuiu à sua ajuda. Picou a mão que o salvava. Não merecia a sua compaixão!
O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu sereno:
- “Ele agiu conforme a sua natureza e eu de acordo com a minha”.
Esta pequena parábola nos faz refletir sobre a melhor forma de compreendermos e aceitarmos as pessoas. Não podemos, e nem temos o direito, de mudar o próximo, transformando-o em nossa cópia. Porém, podemos melhorar nossas próprias ações e reações perante nossos semelhantes, com muito amor e respeito, e certamente, esse é o maior investimento que deixaremos para as gerações vindouras.
Hoje, temos a certeza de que “nosso sonho”, de um mundo melhor, mais justo e fraterno, jamais terá fim, pois, quando um sonho torna-se coletivo, não temos o direito de abandoná-lo, e como sonhadores, ousamos imaginar um mundo onde as pessoas não ajam de maneira passional ao verem seus semelhantes abandonados, enclausurados e infelizes, dentre tantas outras injustiças e crueldades. Sonhamos com um mundo, onde todas as pessoas sejam julgadas pelo conteúdo de seu caráter, e não pela cor de sua pele, etnia, classe social ou credo.
É dever de todos nós, colaborarmos para que todos tenham a oportunidade de serem felizes. Esse é o principal propósito dessa organização e nos alimentaremos dos sorrisos de todos aqueles que comprovarão seu sucesso, em cada pequena batalha vencida, pois, se há algo que construímos de bom nesta vida é o bem que fazemos ao próximo, principalmente, aos menos favorecidos, abandonados e infelizes.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Curiosidade !!!
Vocês sabiam que existe o Dia Nacional do Voluntariado?!?
O Dia Nacional do Voluntariado foi instituído no dia 28 de agosto de 1985, através da Lei Nº 7.352, sancionada pelo então Presidente da República, José Sarney. A partir daí, o dia 28 de agosto é celebrado anualmente.
Fonte: www.unerj.br/ blogbiblioteca/?p=796
Acessado dia : 09/06/2010 ás 22:54.
O Dia Nacional do Voluntariado foi instituído no dia 28 de agosto de 1985, através da Lei Nº 7.352, sancionada pelo então Presidente da República, José Sarney. A partir daí, o dia 28 de agosto é celebrado anualmente.
O objetivo da data é buscar, reconhecer e destacar o trabalho das pessoas que doam tempo, trabalho e talento, de maneira voluntária, para causas de interesse social e para o bem da comunidade.
Acessado dia : 09/06/2010 ás 22:54.
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